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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013



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(Fotografia feita em Serrano do Maranhão – Brasil / por Amanda Mello)
Trechos de “Viver é Relacionar-se” de Maria Cristina Tanajura


Cada ser humano é uma expressão divina única e tudo que existe em torno de nós, na Natureza, também. Assim, ao nos relacionarmos, estamos vivenciando a presença de Deus, que constantemente nos envia auxílio e conselhos através daqueles que conosco estiverem. Viver em sociedade é uma escola eficaz de enorme aprendizado. Recebemos carinho e amizade, esclarecimentos importantes e também somos educados a partir da necessidade de convivermos em harmonia com aspectos de personalidades que não nos agradam. Normalmente, ficamos mais irritados com as dificuldades dos outros que espelham deficiências nossas que ainda não conseguimos corrigir. Assim, as pessoas que representam "pedras em nossos sapatos", embora incomodem muito, são essenciais para o nosso desenvolvimento pessoal...

Abençoemos cada irmão que nos aborda, que vive conosco, que nos procura. Prestemos atenção no que sua presença nos faz sentir. Ouçamos com paciência o que tem a nos dizer, cientes de que naquele momento estaremos vivendo uma experiência que é nossa apenas e que foi atraída por nós, para o nosso aperfeiçoamento e o dele. Tanto a alegria, como a tristeza, fazem parte do viver e não há como impedir que isto seja assim. Sempre que conseguirmos subir um degrau de maior compreensão, chegaremos mais perto da felicidade e da paz!

Viver o que nos chegar é a ferramenta que nos permite crescer. Saber agradecer cada instante é sábio, pois para que fosse exatamente como está sendo, muitos acertos foram feitos pela mão divina, pela Vida!
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


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.Missão, qual é a sua?
Texto e Fotografia: Amanda Mello

Missão significa encargo, poder dado a alguém para fazer alguma coisa: cumprir uma missão. Não se trata apenas de um substantivo feminino, mas, de uma palavra apinhada de sentidos. Não se trata da missionariedade cristã - pregações para fiéis ou para a conversão de grupos-, mas, de uma aspiração profunda que habita a alma.  

Descobrir e desempenhar a missão da alma é algo que se aplica a qualquer ser humano, mas para tal é preciso que se tenha o entendimento de que possuímos dons que podem e devem ser despertados e potencializados, os quais poderão promover um acréscimo surpreendente de plenitude e alegria de existir nas pessoas.

No entanto, mesmo após o desenvolvimento de seus dons algumas pessoas não conseguem se concentrar no que realmente é importante, não impetram conciliar o estilo de vida que levam com os valores de sua essência mais profunda. Pessoas que não estão alinhadas com o seu propósito sentem-se vazias. Junto ao vazio sentem angustia, desanimo, falta de sentido. Pessoas que não obedecem aos desejos verdadeiros de suas almas não trabalham com o que amam, se entregam as expectativas sociais, não tem brilho alegre no olhar, não transformam os lugares por onde passam. São pessoas que são boas pessoas e só isso. Não inspiram ninguém a nada.

Entretanto, existem aquelas pessoas que fazem inflar o coração do outro de esperança, que despertam o próximo para o seu potencial inestimável, que cutucam o ‘tigre’ adormecido e oferecem vida ao objetivo de Deus, que é luminoso, sábio e equilibrado em suas razões, cada peça no devido encaixe, cada coisa no tempo certo. Estas pessoas conciliam o estilo de vida que levam com o verdadeiro anseio de suas almas.

A afável mulher em pé na fotografia chama-se Amábile Didoné, é missionária Xaveriana residente em Serrano do Maranhão (Brasil). Esta mulher é um exemplo inspirador. Amábile tem o dom de transformar os lugares por onde passa. Assumiu o anseio de sua alma e o concilia ao seu estilo de vida. É uma verdadeira ‘parteira de dons’, faz nascer nas pessoas o potencial que elas não sabiam possuir. Ela não muda a vida de ninguém, mas ensina que as pessoas são responsáveis e capazes de transformar suas próprias vidas com os dons que tem.     

Missão é isso, atender aos desejos da alma, saber-se útil e incumbida(o) de fazer algo no mundo. Qual é a sua função na vida? Qual é a sua parte a ser cumprida? Qual função lhe foi delegada?
O mundo vive um tempo de expurgo. É preciso que cumpramos nossas tarefas alegres e cantando, em comunhão com as pessoas mais cientes de suas necessidades.

Missão, sobretudo a humana, a sua missão, a nossa missão, não pode ser aprendida em manuais, tão pouco definida de próprio punho, é preciso interpretar os sinais, ouvir o coração e se integrar com a sabedoria universal.

A teia missionária manifesta-se numa rede cíclica que jamais caminhará oposta ao Plano Divino. Os nossos sentimentos mais nobres movimentam esta teia e nos isentam da ilusão e do vazio dando-nos em troca todo o bem que propagamos. 

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domingo, 17 de fevereiro de 2013



Texto: Amanda Mello

De repente você percebe que aquela preciosidade sem a qual você seria incapaz de  viver perdeu a razão de ser e passou a ser outra coisa tão preciosa quanto.

Às vezes na caminhada missionária, bem como na vida, podemos ter a sensação de que algumas coisas perderam o sentido que tinham e que enquanto não há nada disponível para substituir ficamos em um espaço de espera, que quase nunca é confortável, que para falar sinceramente, às vezes, chega a ser angustiante, mas que também tem uma porção de serenidade e um Q de liberdade. É quando você olha pra frente e sente intimamente que pode seguir sem amarras.

Quando algo não significa mais o que significava antes é como quando vamos mudar de domicílio e percebemos que o tempo passou - a ficha caiu – e um novo tempo está por vir, mas ainda nos encontramos na casa antiga sem nos sentirmos nela, e sem a mínima noção de como será o lugar para onde iremos.

Não temos perspectivas do que virá, porém, tudo o que sabemos é que não queremos as coisas como estão e mesmo que possamos transitar com facilidade por este espaço de espera, talvez soframos um pouco por falta de segurança e acabamos nos apegando à velha casa e sua razão de ser que não mais existe.

O novo nos convida a um salto no desconhecido, no não sonhado, no imprevisto. Treinar o desapego pode não ser fácil. É preciso a coragem de assumir o tempo da espera.

Podemos viver um conflito entre os sentimentos, ao mesmo tempo em que buscamos as antigas seguranças, amarras, já invalidadas, nos maravilhamos com a possibilidade da renovação. 

Não deixemos-nos perturbar pela dualidade. A fé pode nos auxiliar neste caminho. A fé em algo além do que já conhecemos. A fé no que não sabemos de tão grandioso e belo. Uma força maior que nos anima, a fé num SAGRADO que se separou de identidades para se revelar em outro nível. Isso é ter fé no mistério, no SAGRADO verdadeiro que não se revelou de fato dentro de nós, que resiste preso a conceitos.

O desconhecido é um labirinto sem paredes, não há referencial algum, não sabemos o que virá. É natural querer salvar-se, em vão, no já experimentado, naquilo que podemos dominar, mesmo que isso não mais alimente o anseio da nossa alma, mesmo que isso não seja mais a nossa verdade.

A vida nos chama fortemente para seguirmos adiante, para encontrarmo-nos com o desconhecido e nos convocará cada vez mais forte ao ponto de nenhuma falsa segurança resistir.  

Não da mais. Não cabe mais. Não adianta arejar os pensamentos, insistir no que não tem mais chance de florescer. Os frutos caíram, a árvore morreu, é hora de lançar novas cementes ao solo. É o momento da consciência, do adequar-se ao fundamental pra si. 

Estas mudanças estão causando crises sem precedentes na vida das pessoas. Não é um privilégio dos padres, das freiras ou das leigas e dos leigos.  Gaia vive esta espera, cada pessoa, cada ser vive esta espera no seu tempo.   

É como se estivéssemos aprisionadas (os) e agora não sabemos o que fazer com a sensação de estarmos livres. Neste momento a liberdade parece um vazio, mas só parece, pois está recheada da graça de Deus. 

Já está dando pra começar a ver?   


domingo, 3 de fevereiro de 2013






















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Quantas sementes foram lançadas nesses 60 anos de missão no Brasil. Quantas árvores, quantos frutos, quantas flores, quantas vidas que brotaram dessas sementes. Por onde quer que você vá. Por onde quer que você ande. Tenha sempre a certeza que a semente lançada não foi em vão. (Dilma Leão)

Texto - Amanda Cecilia

A consciência missionária por si não deve ser o motor de uma pessoa que escolhe este carisma para expressar sua gratidão à vida. A atuação deve ser o movedor das realizações missionárias. Talvez seja esse o meu mais recente aprendizado nesta relação apaixonante com as Missionárias de Maria - Xaverianas e seus testemunhos evangelizadores. Elas e seus trabalhos nas comunidades são a prova viva de que a semente lançada não é em vão.

De certo que às vezes nos desanimamos com a demora em ver o resultado do plantio, chegamos a crer que nem poderemos ver frutos naquilo em que depositamos tamanha dedicação. Um dia quando nem mais recordamos do que ateamos na terra, surge um pomar repleto de carismas. Carisma significa “graça divina”.

Os últimos dias foram repletos desta graça, creio que deve ter sido a maior das safras para a missionária Vita Russo, apetecida em meio a palavras amorosas de gratidão e amizade, abraços e presentes e mais que isto, reconhecimentos no momento em que se despede do Brasil. Os últimos dias foram de manifestações honrosas e reencontros comovidos.

Quando plantamos o bem é o bem que colhemos abundantemente, diante das diversas revelações de consideração só o que se pode pensar e sentir é que irmã Vita cumpriu sua missão na catequese de maneira honesta e luminosa.

Irmã Vita atuou em meio ao povo brasileiro no ensinamento essencial da fé, não apenas da teoria como também da prática na vida, auxiliando no desenvolvimento dos ideais cristãos de muitas pessoas. 
A ela, nossa eterna gratidão!

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Irmã Vita tinha 24 anos quando chegou ao Brasil, deixou sua cidade Natal - Toronto na Itália -, sua família e amigos para principiar a vida missionária. Quando tinha 34 anos pisou o solo amazônico do Estado do Pará. Trabalhou em Abaetetuba, Acará e Belém do Pará. Recentemente trabalhou em Serrano no estado do Maranhão. Com aproximadamente 50 anos de vida religiosa irmã Vita retornou hoje para Itália deixando no Brasil milhares de “árvores” frondosas e incontáveis “sementes” de todas as cores que mudaram a vida de centenas de pessoas e darão frutos por várias gerações. 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


















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(Fotos de A. Costalonga)
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"Missão não se limita a um programa ou projeto, mas a compartilhar a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunhá-lo e anunciá-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e a todos os confins do mundo." 

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

MISTÉRIO DA ENCARNAÇÃO



MISTÉRIO DE CORPOS EM MOVIMENTO 

Por Téa Frigerio



Natal nos coloca no âmago do mistério da Encarnação.
A Divindade que se torna Humanidade.
Humanidade-Criança.
Este o Mistério!
Este o Natal
Esta a Realidade!
Mistério é linguagem. Linguagem que fala, podemos ouvir e ler.
Então vamos ouvir e ler.
Primeiro, porem vamos ser humanas, ser corpo, nos olhar, nos ouvir, nos cheirar, nos tocar...
Encarnação: a Palavra se faz carne!
Encarnação é assumir uma carne, assumir um corpo.
Fala de corpos que se gostam e no amor se unem, se curtem dois numa carne só, e a vida acontece. Um corpo fica grávido, gestante, dá à luz. Criança, nova vida.
É movimento, encontro, acolhida, dar espaço, conviver, criar laços, deixar partir, não mais uma carne só, duas carnes, duas vidas.
Movimento de três corpos: homem-mulher-criança.
Natal é movimento. Movimento profundamente Divino-Humano. Movimento-caminho para-nos encontrar, para se colocar a caminho conosco.           
Corpo divino-humano em movimento.
Corpos que se movimentam.                   
Zacarias o insucesso o deixou mudo. Volta, caminha para casa, caminha para Isabel. Outro caminhar, um encontro amoroso diferente. A que era estéril se torna fecunda. Uma criança em seu ventre, a palavra na sua boca. Dá nome ao filho. Movimento que restitui a palavra ao esposo Zacarias.
Isabel e Zacarias, caminho que levou à circularidade.
Mulheres grávidas em movimento. Encontro de idades, Maria, Isabel, conversa, segredos, cumplicidade, ousadia, rebeldia, sororidade, e no ventre movimento, os filhos pulam de alegria anunciado o novo.
Novidade é perigosa!
O poder quer ser dono do caminho, do movimento, quer contar, quer controlar, quer tributar.
José, Maria, burrinho, lá vão, em caminho, em movimento a profecia a cumprir, Belém, a casa do pão, manjedoura não de pão, berço da criança-deus.
Luminosidade, anjos e anjas, estrelas, movimentos brilhosos convidam a se movimentar, a caminhar, seguir o pulsar das estrelas, das vozes que convidam:
Num casebre, uma mulher, com seu esposo, um recém-nascido precisando de tudo.
O recém-nascido abandonou tudo para vir ao nosso encontro, para nos encontrar, precisa de nós... Então vamos! Então foram!
Então vamos...
...Como foram os Sábios caminhando com a estrela, aventurando, arriscando, desencontrando e encontrando.
... Peregrinado como peregrinou Simeão, que ao ver os três no Templo, os corpos fazendo o rito, reconheceu, este movimento não é do templo é da Casa, da manjedoura. Encontrei, meu peregrinar findou.
... Como Ana, profetiza de quem não ouvimos a voz. Se profeta é sem dúvida se movimentou, caminhou e anunciou: esta é a Boa Nova: Deus é Criança, Criança é Deus.

Deus-Criança, que mistério é este? Deus deve ser forte, onipotente, todo-poderoso.
Criança é Deus, que mistério é este? Criança é fragilidade, dependência, necessidade, pequenez, abandono, entrega, confiança.
Natal é tudo isso!
Deus é Criança, Criança é Deus movimento para nos encontrar. Criança é Deus, Deus é Criança que se abandonou em confiança radical no ventre, nos braços, nos seios de Maria; confiança radical em José, ele cuidaria de tudo! Confiança radical na humanidade, em nós!
Natal, Mistério, linguagem , escutamos , vemos?
O que esperamos a nos colocar em movimento, a caminho!

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Reflexão feita pela missionária Tea Frigério ao Grupo de Leigas – Xaverianas no Encontro de Natal 2012. Veja mais fotos do encontro clicando no link:  http://www.flickr.com/photos/leigasmmx/                      


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O Cristo caminha conosco e nos ajuda com a luz


Por Lindomar Teixeira

O grupo das/dos Lmmx precisa ser bastante aberto à realidade do mundo onde vive, realidade cultural, social, politica e religiosa, e, essa abertura deveria contemplar a realidade do mundo, é isso o que nós MMX nos propomos também, está escrito nas nossas constituições:  Temos como fim exclusivo o anuncio da Boa Noticia do Reino de Deus aos não cristãos... Procuramos colaborar com todos aqueles que trabalham pela promoção humana, a justiça e a paz no mundo (Const. 7 e 10).


Ora, os sinais da ação evangelizadora são: o diálogo inter-religioso, o testemunho (promoção humana) e o anúncio explícito do evangelho. Na missão não se pode prescindir destes três aspectos. Daí, a necessidade do agir localmente pensando globalmente, eis alguns aspectos do espírito missionário: sensibilidade ecológica e pela paz no mundo; abertura ao novo ao diferente e atenção aos vazios de anuncio e aos espaços de misericórdia.
Para isso, concretamente, é necessário caminharmos juntos/as ajudando-nos entre nós, buscando novos caminhos, discernindo as dificuldades, propondo e aprendendo reciprocamente.   
É necessário também alimentarmo-nos com a espiritualidade e o carisma missionário através de momentos de oração, de formação e de partilha das experiências nas atividades as quais nos propomos. Esse é um caminho de fronteira, não é fácil, mas, é possível porque o Cristo caminha conosco e nos ajuda com a luz, a paz, a ternura e o dinamismo do seu Espírito Santo.

Lindomar Teixeira é uma Missionária de Maria - Xaveriana Brasileira do Pará que já esteve em missão na África.  

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

"Eu vou viver a minha vocação"

A Missionária de Maria - Xaveriana Chantal Magangi nos fala sobre o seu trabalho com a juventude do município de Serrano, no Estado do Maranhão. Chantal é africana do Congo e está em missão no Brasil. Este vídeo é o primeiro de uma série realizada pelo grupo de Leigas das Missionárias de Maria – Xaverianas do Estado do Pará. Desejamos que apreciem.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Ai de mim se eu não evangelizar!

Por Graça Vasconcelos


Por causa de suas atuações missionárias no campo social e religioso, as Missionárias de Maria – Xaverianas me inspiram a buscar sempre o mesmo compromisso em todos os trabalhos que realizo.
Como Leiga mmx, meu lema é “Ai de mim se eu não evangelizar”.  Com isso procuro correr atrás dos meus objetivos, vivenciando Jesus em todos os momentos da minha vida. Sei que ainda é pouco o que eu faço, mas este pouco, quero fazer bem feito.
 
*Graça Vasconcelos é professora aposentada, membro da Catequese, Pastoral do Batismo, coordenadora de comunidade e Leiga mmx. Mora em Abaetetuba no Pará

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Quando compreendi realmente o significado da palavra Missão




Por Maria Zolema Costa Furtado - Leiga MMX em Belém do PA - Brasil
Esse colorido missionário precisa avançar, as pessoas precisam olhar e perceber
o quanto nos amamos.


Quando compreendi realmente o significado da palavra Missão, eu já estava na vida adulta, mas o perfume da Missionariedade comecei a sentir muito jovenzinha. Minha primeira experiência de Missão se deu concretamente na vivência do Serviço da Obra Pontifícia da Infância e Adolescência Missionária, foi quando compreendi que a Missão, para se dizer parte do Projeto de Jesus Cristo, deve perpassar pela vida como um todo. Visto que no Projeto de Vida lançado por Deus Pai e consequentemente por Jesus, não tem lugar para o acumulo, este dá lugar para a partilha, "Todos colocavam tudo em comum conforme a necessidades dos irmãos/ãs". Ajudar as crianças e adolescentes a compreenderem isso de uma forma simples e concreta me fez crescer na maturidade do se por a serviço do outro/a.
No CEBI tenho vivido experiências maravilhosas, de partilhar a Palavra de Deus de forma ampla, com pessoas que confessam outros Credos, mas a Fé está no mesmo e único Deus.

Fazer parte do Grupo das Leigas Missionárias de Maria Xaverianas, é fortalecer toda essa experiência de vida, pautada nas experiências dessas mulheres, onde cada uma com jeito de ser, vivencia o Carisma da Missão, da entrega total de suas vidas, na simplicidade e com muita humildade dão o seu "Tudo", para que um novo mundo seja possível. Esse colorido missionário precisa avançar, as pessoas precisam olhar e perceber o quanto nos amamos, SER MISSIONÁRIA É SER MÃE PRESENTE, ESPOSA RESPONSÁVEL, FILHA OBEDIENTE, CRISTÃ COMPROMETIDA COM O REINO DE DEUS.
As minhas queridas Irmãs Missionárias de Maria Xaverianas, um carinho muito especial.

Abraços Fraternos.